Tenho comigo uma pessoa. Uma pessoa humana. Uma pessoa humana que é homem. Uma pessoa humana que é homem e que tem uma particularidade. Uma pessoa humana que é homem e que tem uma particularidade que vamos já saber qual é.
- Então o que é o que traz por aqui?
- Não sei, você é que me convidou.
- Ah pois foi, não ligue.
- Pois não ligo que não tenho saldo.
- Continuando. O meu entrevistado tem uma particularidade que é chamar-se Alexandre… Anónimo! Diga-me, como é ser anónimo?
- É igual a ser Alexandre.
- Não é não.
- É sim.
- Não é não.
- É sim.
- Não é não.
- É sim.
- Não é não.
- É sim.
- Não é não.
- Pronto, tem razão.
- Ah bom.
- Bem, ser anónimo é esquisito. Uma pessoa não pode aparecer na televisão, por exemplo.
- Porquê?
- Porque sou anónimo.
- Ah.
- E quando apareço tem de ser de cara tapada.
- Porquê?
- Porque sou anónimo.
- Ah.
- Outro problema é quando telefono para alguém. A pessoa do outro lado atende e eu sigo olá eu sou o anónimo. E a pessoa do outro desliga.
- Porque você está a gozar com ela…
- Não, porque sou anónimo. Olhe outro problema. Quando eu assino tenho de assinar anónimo. E diz-me a pessoa do outro lado, tem de assinar o seu nome. E digo eu, mas eu sou anónimo. E depois surge conflito ao ponto de haver transferência de porrada entre mim e a outra pessoa.
- E já pensou em mudar de nome?
- Já mas se eu for mudar o nome e disser quero deixar de ser anónimo eles pensam que eu tou a gozar.
- Mas pode chegar lá e dizer quero mudar o meu nome. Em vez de Alexandre Anónimo outro nome qualquer.
- Mas assim estragava a piada do sketch.
- E foi a entrevista possível com este indivíduo no mínimo estranho no máximo anónimo.
- Então o que é o que traz por aqui?
- Não sei, você é que me convidou.
- Ah pois foi, não ligue.
- Pois não ligo que não tenho saldo.
- Continuando. O meu entrevistado tem uma particularidade que é chamar-se Alexandre… Anónimo! Diga-me, como é ser anónimo?
- É igual a ser Alexandre.
- Não é não.
- É sim.
- Não é não.
- É sim.
- Não é não.
- É sim.
- Não é não.
- É sim.
- Não é não.
- Pronto, tem razão.
- Ah bom.
- Bem, ser anónimo é esquisito. Uma pessoa não pode aparecer na televisão, por exemplo.
- Porquê?
- Porque sou anónimo.
- Ah.
- E quando apareço tem de ser de cara tapada.
- Porquê?
- Porque sou anónimo.
- Ah.
- Outro problema é quando telefono para alguém. A pessoa do outro lado atende e eu sigo olá eu sou o anónimo. E a pessoa do outro desliga.
- Porque você está a gozar com ela…
- Não, porque sou anónimo. Olhe outro problema. Quando eu assino tenho de assinar anónimo. E diz-me a pessoa do outro lado, tem de assinar o seu nome. E digo eu, mas eu sou anónimo. E depois surge conflito ao ponto de haver transferência de porrada entre mim e a outra pessoa.
- E já pensou em mudar de nome?
- Já mas se eu for mudar o nome e disser quero deixar de ser anónimo eles pensam que eu tou a gozar.
- Mas pode chegar lá e dizer quero mudar o meu nome. Em vez de Alexandre Anónimo outro nome qualquer.
- Mas assim estragava a piada do sketch.
- E foi a entrevista possível com este indivíduo no mínimo estranho no máximo anónimo.

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