sábado, 9 de outubro de 2010
No Mundo Animal
A fêmea do falcão é a falcadela.
Energia!
Era uma pessoa muito eléctrica, mas com a crise optou pelas energias renováveis.
domingo, 26 de setembro de 2010
Incêndios
No fim do Verão a área mais queimada em Portugal é o fígado do Toy.
sábado, 25 de setembro de 2010
Piada Digital
O meu PC é tão inteligente que eu estava com frio e ele mandou-me fechar as janelas.
Drogas Pesadonas
Tomava tantos estupefacientes que estava sempre estupefacto.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Campeonato
Soube que o cobre ganhou a liga de metais deste ano.
Geografias
O Mar Morto é o McDonald´s dos mares.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Crenças
Há quem tenha um anjo da guarda. Eu tenho um anjo de Vila Real.
domingo, 12 de setembro de 2010
Vida Animal
Não era cabal, era burro.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Conservas
Era um deputado tão conservador que tinha 300 latas de sardinha na despensa.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Medicinas Alternativas
Disseram a um ginecologista:"Vai para a co**** da tua mãe!" E ele foi.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Àgua Não
Cristiano Ronaldo faz parte dos Alcoólicos Anónimos pois em Espanha com o CR7 é só "goles".
Iraniano com certeza
Era um dentista tão poderoso que tinha uma gengiva nuclear.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Acordos
Eu e a Cicciollina fizemos um acordo pornográfico.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Musicalidades
Gosto mais do José Ald do que do José Cid.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Coisas do Universo
A diferença entre o Sol e a Lua é do dia para a noite.
Piada Canídea
Quando cheguei a casa de férias a minha cadela estava "em pulgas" por me ver.
Piada Canídea
Quando cheguei a casa de férias a minha cadela estava "em pulgas" por me ver.
Profissões
Era decorador. Decorava tudo e mais alguma coisa. Desde textos de filosofia até artigos de revista. Nos exames da escola ninguém o parava.
Jurídico
Quando os juízes acórdão todos ficam a saber a sua decisão.
sábado, 21 de agosto de 2010
No Espaço
Diz a Lua para o Sol:"Deves pensar que o Mundo gira todo à tua volta!."
Anatomias
Nas cavidades nasais ouve-se ranho folclórico.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Religião
Eu não como jesuítas porque sou ateu.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Fuga Para O Espaço
O Neil Armstrong ganhou ao Neil Armweak.
Conjugações
Eu rio, tu ris, ele ri, nós rimos, vós ríeis, eles rins.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Rei das Farturas
Estava tão farto, tão farto que fui comer farturas.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Tempo
Um meteorologista para o outro:
- Então como está a humidade?
Diz o outro:
- Isso é relativo.
- Então como está a humidade?
Diz o outro:
- Isso é relativo.
11 de Setembro
Não faz sentido um pirata do ar dizer ao piloto de um avião: "Isto vai tudo pelos ares."
Ídolos Gastronómicos
A comida com mais ritmo é o soulflé.
Caso Policial
Um GNR reformado é da velha guarda.
sábado, 7 de agosto de 2010
Call Me
Saviola deu um toque a Falcao, mas este não tinha saldo para lhe ligar.
Náutica
Quando vou a Faro normalmente sotavento.
Problemática
O problema do Maradona era seguir tudo à risca.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Balancé
O facto do Fernando Mendes estar na RTP é algo que pesa a favor da estação pública.
Senhorio
O problema da Anne Frank é que não queria pagar a renda.
Palheiro
Ainda estou à espera que alguém dê uma agulha à Simara.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Pink Church
Hey, church, leave us kids alone!
Informática
Quando o rato Mickey viu a Minie fez-se um "click"
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Coisas de Ferramentas
"Anda cá, ó porca!"- disse o parafuso.
Homicídio em primeiro grau
Muitos dos emigrantes deviam ser detidos por homicídio pois vêm cá para matar saudades.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Muito Rebuscada
A terra predilecta de Paulo Portas é o Fundão.
A Busca 2
O passe de Raúl Meireles encontrou Maddeleine McCann.
Desactualizado
Lembrei-me: E se um panfleto da gripe A tiver a Gripe A?
Espaço Cultural
Análise do quadro "Noite Estrelada" de Van Gogh: Van Gogh pega na frigideira, mete óleo e um bocadinho de sal e estrela a noite.
De carrinho
Chego à minha caixa de correio e reparo que tenho duas entradas: uma do Bruno Alves outra do David Luiz.
Fácil
O Stevie Wonder conheceu a sua companheira num "blind date".
Alguém tinha de o dizer
Miúdo a Miúdo enche a igreja o papo.
Cantorias
O Nuno Guerreiro pediu-me uma caneta emprestada. Eu dei-lhe uma caneta uniball.
Tudo Sobre Rodas
Um paraplégico nunca poderá ser uma opção válida.
Novas Tecnologias
Quando recebo um mail picante costumo designá-lo como maillandro.
Para o Zézé
Do you have a goal in your life?
Yes.
Why? Are you a football player?
No i am a marathonist.
Yes.
Why? Are you a football player?
No i am a marathonist.
Apeteceu-me
As conversas são como as cerejas... têm caroços.
Precaução
A comida japonesa provoca muita "sushidade".
Your Song
Música preferida dos invisuais? "Restolho".
É Tudo Desporto
Vou participar numa prova de orientação. Vai ser heterossexuais contra homossexuais.
Malaguetas
Quando alguém tem uma boa traseira diz-se que tem um bom pac...hot.
Conversas com o barman
No bar:
- Você não tem um pingo de vergonha?
- Não, só tenho pingo de leite.
- Você não tem um pingo de vergonha?
- Não, só tenho pingo de leite.
Porto Espíritos
Saramago, mesmo já falecido, ainda escreve livros. A editora é a Anne Germain.
Fio de Beque
Normalmente uma pessoa quando é esfaqueada está no fio da navalha.
EDP
Em Espanha há uma região onde nunca falta luz. Quando isso acontece eles gritam todos "ANDALUZ" e aí a Andaluzia.
Ídolos
Quem canta bem normalmente tem aquilo a que se chama "avós."
Peace, Love & Rock &Roll
O que salva o Mundo é capaz ainda existe.
Já dizia sua mãe
O problema do Maradona era meter o nariz onde não era chamado.
Homem aertivo
Olarila! Disse ele, homem que nunca soube dizer os "s".
Política
A prestação de alguns políticos é parlamentar. Por isso é que há o muro das parlamentações.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
A Referência
Não podia deixar passar, neste blog, algo que aconteceu nos últimos dias: a morte de António Feio. E não podia deixar passar porque uma das razões deste blog existir é o António Feio. Se porventura estou ligado ao humor este senhor é um dos culpados e daí a sua ligação com este blog. Uma ligação nada significativa para ele, mas para mim sempre foi uma referência e um sentido de humor que sempre quis alcançar. Juntamente com Herman Enciclopédia, a Conversa da Treta foi o programa que me puxou inicialmente para o humor. Na altura para gostar de humor. Sempre admirei aquele fundo preto com dois indivíduos a dissertar sobre tudo e nada sem pejo algum. E assim, metade da treta se vai. Falo da faceta de humorista de António Feio pois é a que me diz mais. Mas as suas interpretações no cinema e no teatro são assombrosas. Também aqui é um marco em mim. Um dos filmes portugueses que mais gostei e admiro é o "Sorte Nula" que, como sabem, é protagonizado, entre outros, por António Feio. Contudo, António Feio, era muito mais do que o humorista ou o actor. Era o homem. Era o homem que sabia a que estava sujeito com a doença e continuava a fazer o que lhe dava na gana e a aproveitar tudo ao máximo. Era o homem solidário não com causas mas com as pessoas. Era o homem sábio que a todos dava uma lição de vida constante.Era o homem que dizia "não deixem nada por dizer, nada por fazer". E foi exactamente isto que ele conseguiu. Não deixou nada por dizer e mesmo com muitos projectos em mira, fez sempre tudo o que conseguiu, fez os amigos que quis, fez isto e aquilo, fez muito mais do que nada. Era o homem que transpirava coragem, sobretudo coragem de viver a vida e não vai ser a porra de uma doença que vai apagar este homem.
Daqui, vai um humilde e singelo "Obrigado".
Daqui, vai um humilde e singelo "Obrigado".
Preenchimento
O Fernando Mendes é uma pessoa muito pre"enchida".
Refeições
O Jorge almoçara, o Rui jantara e o Fernando Seara.
Piadas
Vou, neste blog, começar a colocar algumas piadas, muitas delas que também coloco no twitter. São piadas secas, sem sentido, e com um sentido de humor a roçar o parvalhucho diria estúpido.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
"Momento"
Este post tem como única intenção a música "Momento" do Pedro Abrunhosa e o seguinte desafio que vos convido a aceitar: Experimentem pegar só no instrumental da música "Momento" e reparem que poderão pôr o que quiserem na música que fica sempre bem. Se estiverem com dificuldades em encontrar um texto bonito para a vossa experiência aqui ficam umas palavrinhas: "A minha tia comeu um boi/Que afinal era vaca/A vaca é mesmo a minha tia/E isto foi uma rima de caca."
Qualquer aproveitamento desta rima para uma canção e quiçá um livro será imediatamente processado pelo computador.
Qualquer aproveitamento desta rima para uma canção e quiçá um livro será imediatamente processado pelo computador.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Filósofo De Rua
Olá, gente que me escuta atentamente e que quer pôr mamas novas. O meu nome é Sidónio Luís e estou aqui na categoria de congelados do intermarché. Estou a brincar, estou aqui na categoria de filósofo e vou responder a algumas questões importantes do nosso tempo.
Comecemos pela existência ou não de Deus. Esta é uma questão delicada mas eu tenho uma breve frase para essa questão. No Universo tudo o que sobe tem de descer. A partir daqui tirem as vossas conclusões cientistas e teólogos deste planeta.
Outra questão importante: existem ou não extraterrestres? A julgar pelo nariz do Michael Jackson, sim. Mas há que ter em conta nesta questão que se o céu não fosse azul teria outra cor. Isto sim, importa para a determinação de vida alienígena no nosso planeta.
Também tenho sido alvo, além de dardos, de uma pergunta frequente. Existirá vida para além da morte? Depois de reflectir cheguei a uma conclusão. Se eu gostasse de peixe não comia carne. Só que aqui coloca-se também outra questão: mesmo que eu não coma carne poderei pôr maionese no peixe? É óbvio que sim.
Como começou o universo? O cabelo loiro não é amarelo, é loiro. Esta foi uma dedução a que eu cheguei depois de resolver a fórmula matemática o dobro de dois é quatro mas o contrário não se verifica.
Foram os meus pensamentos lavados a 120 graus depois de uma amaciadora sensação de Tide. Espero que vos tenha ajudado. Se não paciência, todos temos pêlos no braço. É mesmo assim.
Comecemos pela existência ou não de Deus. Esta é uma questão delicada mas eu tenho uma breve frase para essa questão. No Universo tudo o que sobe tem de descer. A partir daqui tirem as vossas conclusões cientistas e teólogos deste planeta.
Outra questão importante: existem ou não extraterrestres? A julgar pelo nariz do Michael Jackson, sim. Mas há que ter em conta nesta questão que se o céu não fosse azul teria outra cor. Isto sim, importa para a determinação de vida alienígena no nosso planeta.
Também tenho sido alvo, além de dardos, de uma pergunta frequente. Existirá vida para além da morte? Depois de reflectir cheguei a uma conclusão. Se eu gostasse de peixe não comia carne. Só que aqui coloca-se também outra questão: mesmo que eu não coma carne poderei pôr maionese no peixe? É óbvio que sim.
Como começou o universo? O cabelo loiro não é amarelo, é loiro. Esta foi uma dedução a que eu cheguei depois de resolver a fórmula matemática o dobro de dois é quatro mas o contrário não se verifica.
Foram os meus pensamentos lavados a 120 graus depois de uma amaciadora sensação de Tide. Espero que vos tenha ajudado. Se não paciência, todos temos pêlos no braço. É mesmo assim.
Entrevista A Um Conspirativo
-Hoje tenho comigo para uma entrevista relaxada e homossexual Arlindo Gaspar, um homem conspirativo. Arlindo conte-nos uma das suas teorias da conspiração.
- Vou começar com a seguinte situação. Por exemplo no incidente do 11 de Setembro. Reflicta comigo: em que ano foi o 11 de Setembro?
- 2001.
- Em que ano morreu Yasser Arafat?
- Essa não sei, vou pedir a ajuda do público. Ah Ah. Humor.
- 2004. Quantos anos distam entre estas duas datas?
- Pelas minhas contas ora 2004 noves fora, três.
- Qual a nacionalidade de Arafat?
- Egípcia.
- Está a ver, o que muitos esconderam está agora posto a nu. Tal como eu.
- Peço desculpa, secalhar falhou-me aqui algum pormenor. Mas não percebo a ligação.
- Já sei você é um deles. Você está com eles. Mas tenho a certeza que os telespectadores conseguiram chegar lá.
- Lá aonde?
- Ao cerne da questão.
- Você está mas é com sintomas de demência com início numa esquizofrenia aguda.
- Veja bem outro exemplo.
- Espere que vou só por os óculos. Pronto diga.
- O caso do assassinato de John Kennedy. Quem cantou os parabéns a John Kennedy?
- Foi a Mariline.
- Ora aí está. De que cor era o cabelo dela?
- Do Kennedy?
- Não, da Mariline.
- Ah, é que o Kennedy às vezes virava. Era loiro.
- Qual o novo reforço do FC Porto?
- João Moutinho.
- Vê, está aí a resposta!
- Bem, mais uma vez este nosso amigo quase a fugir para animal, inventou uma teoria da conspiração menos conspirativa do que o facto de a minha mãe colocar sempre orégãos nas batatas. Sendo assim, até uma próxima, seus fofuchos.
- Vou começar com a seguinte situação. Por exemplo no incidente do 11 de Setembro. Reflicta comigo: em que ano foi o 11 de Setembro?
- 2001.
- Em que ano morreu Yasser Arafat?
- Essa não sei, vou pedir a ajuda do público. Ah Ah. Humor.
- 2004. Quantos anos distam entre estas duas datas?
- Pelas minhas contas ora 2004 noves fora, três.
- Qual a nacionalidade de Arafat?
- Egípcia.
- Está a ver, o que muitos esconderam está agora posto a nu. Tal como eu.
- Peço desculpa, secalhar falhou-me aqui algum pormenor. Mas não percebo a ligação.
- Já sei você é um deles. Você está com eles. Mas tenho a certeza que os telespectadores conseguiram chegar lá.
- Lá aonde?
- Ao cerne da questão.
- Você está mas é com sintomas de demência com início numa esquizofrenia aguda.
- Veja bem outro exemplo.
- Espere que vou só por os óculos. Pronto diga.
- O caso do assassinato de John Kennedy. Quem cantou os parabéns a John Kennedy?
- Foi a Mariline.
- Ora aí está. De que cor era o cabelo dela?
- Do Kennedy?
- Não, da Mariline.
- Ah, é que o Kennedy às vezes virava. Era loiro.
- Qual o novo reforço do FC Porto?
- João Moutinho.
- Vê, está aí a resposta!
- Bem, mais uma vez este nosso amigo quase a fugir para animal, inventou uma teoria da conspiração menos conspirativa do que o facto de a minha mãe colocar sempre orégãos nas batatas. Sendo assim, até uma próxima, seus fofuchos.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Hitler e as Testemunhas de Jeová
Durante a segunda guerra mundial houve um grupo de pessoas que foram mortas pelo regime nazista: as testemunhas de Jeová. Descubra neste documentário como começou o nosso martírio com as testemunhas de Jeová e a solução adoptada por Hitler.
Hitler dorme descansado quando de repente algo o interrompe é o alarme do seu PDA. No PDA pode-se ler uma nota: “atenção, matar mais 2 milhões de judeus hoje”. Depois de ser alertado, alguém toca à porta. Hitler vai ver quem é e aparece uma testemunha de Jeová.
Diz a testemunha de Jeová:
- Boa tarde, irmão. Sou das testemunhas de Jeová e venho espalhar a palavra do Senhor.
- A minha palavra?
- Não, não, a de Cristo.
- Sabe, o problema é que eu sou alérgico a judeus.
- Mas eu vou dar-lhe uma nova visão de Cristo. Quando Jesus esteve na Terra, os seus discípulos chegaram-se a ele e perguntaram: “Qual será o sinal da tua presença e da terminação do sistema de coisas?”. Ele respondeu…
- Ei, stoppen! Eu já lhe disse que sou alérgico a judeus!
- Eu percebo a sua renúncia mas todos temos direito a ouvir a palavra de Deus.
- Vá-se embora que é melhor para si.
- Pense bem…
Hitler fecha a porta na cara da testemunha de Jeová.
Hitler recebe uma chamada do seu braço direito:
- Olha, hoje, apareceu-me um indivíduo à porta.
- E quem era?
- Ele disse que era das testemunhas de Jeová.
- Ah já sei. Esses também já andaram por cá.
- Temos de resolver isto. O que sugeres?
- Só há uma solução. Estás a ver os judeus?
- Agora não.
- Estou a falar simbolicamente.
- Ah, sim.
- Pronto.
- Pronto o quê?
- Então, ora faz lá uma associação.
- Para quê que eu vou fazer uma associação?
- Estava a falar simbolicamente.
- Ah ok.
- Já chegaste lá?
- Não, não eras capaz disso.
- Ai sou sou.
- Pois és. Mas estás a ver mais alguma solução?
- Por acaso estou, mas esta é mais divertida.
- Vou então proceder à execução da minha ideia brilhante.
De seguida pode ver-se Hitler a actualizar o seu twitter, escrevendo: “ Hoje, comecei bem o dia. Descobri que vou ter que matar mais pessoas. xD”
Hitler telefona agora para um general alemão feio:
- Alô, general?
- Sim, escuto.
- Olhe, precisava de um favor seu.
- Ora diga lá.
- Lá.
- Então?
- Estava a brincar consigo. O favor é o seguinte: precisava que me exterminasse aí umas pessoas.
- Mais judeus?
- Não. Mas por falar nisso, preciso de mais dois milhões deles todos concentrados.
- Espere que vou anotar. Já está.
- Pronto. O favor que lhe quero pedir é que extermine as testemunhas de Jeová.
- Mas e como é que vamos persegui-los e saber quem são?
- Eles andam sempre com a bíblia na mão e não gostam de arroz de cabidela.
- Como é que é possível alguém não gostar de arroz de cabidela?
- Aí está mais uma razão para os exterminarmos.
- Não se preocupe que eu vou pôr os meus homens a tratar disso. Não restará uma única testemunha de Jeová neste país.
Segue-se a perseguição das testemunhas de Jeová por parte dos soldados alemães. Durante meses a fio, testemunhas de Jeová foram mortas e obrigadas a comer arroz de cabidela. Mas algumas execuções não correram da melhor forma como mostram estas imagens.
- Olha, está ali uma.
- É melhor confirmar que o chefe não gosta de enganos. Não te lembras quando executámos o Michael Jackson e depois viemos a descobrir que ele já não era testemunha de Jeová?
- Não foi isso. Nós viemos a descobrir é que ele não era branco.
- Ah pois foi, tens razão. Então foi bem executado. Mesmo assim é melhor confirmar.
Os soldados preparam-se e um deles finge que está a morrer.
- Ajude-nos, o meu camarada está a esvair-se em sangue.
O homem finge que não ouve.
- Está a ouvir? Ajude-me. Vai deixá-lo morrer?
O homem continua a fingir.
- Olha, este é Jeová. Atira contra ele!
O soldado dispara e o homem cai inanimado no chão.
- Mais uma. Este já não incomoda ninguém.
Aproximam-se os populares e um deles diz:
- O que é que foram fazer. Logo a este homem que é surdo!
Os soldados olham um para o outro e saem de cena, como quem não quer a coisa.
Mas como disse este foi uma excepção, pois na generalidade tudo correu sempre bem. A pergunta que deixo agora é esta: Se já em 1944 se fazia isto, porquê é que agora não adoptamos a mesma solução?
Hitler dorme descansado quando de repente algo o interrompe é o alarme do seu PDA. No PDA pode-se ler uma nota: “atenção, matar mais 2 milhões de judeus hoje”. Depois de ser alertado, alguém toca à porta. Hitler vai ver quem é e aparece uma testemunha de Jeová.
Diz a testemunha de Jeová:
- Boa tarde, irmão. Sou das testemunhas de Jeová e venho espalhar a palavra do Senhor.
- A minha palavra?
- Não, não, a de Cristo.
- Sabe, o problema é que eu sou alérgico a judeus.
- Mas eu vou dar-lhe uma nova visão de Cristo. Quando Jesus esteve na Terra, os seus discípulos chegaram-se a ele e perguntaram: “Qual será o sinal da tua presença e da terminação do sistema de coisas?”. Ele respondeu…
- Ei, stoppen! Eu já lhe disse que sou alérgico a judeus!
- Eu percebo a sua renúncia mas todos temos direito a ouvir a palavra de Deus.
- Vá-se embora que é melhor para si.
- Pense bem…
Hitler fecha a porta na cara da testemunha de Jeová.
Hitler recebe uma chamada do seu braço direito:
- Olha, hoje, apareceu-me um indivíduo à porta.
- E quem era?
- Ele disse que era das testemunhas de Jeová.
- Ah já sei. Esses também já andaram por cá.
- Temos de resolver isto. O que sugeres?
- Só há uma solução. Estás a ver os judeus?
- Agora não.
- Estou a falar simbolicamente.
- Ah, sim.
- Pronto.
- Pronto o quê?
- Então, ora faz lá uma associação.
- Para quê que eu vou fazer uma associação?
- Estava a falar simbolicamente.
- Ah ok.
- Já chegaste lá?
- Não, não eras capaz disso.
- Ai sou sou.
- Pois és. Mas estás a ver mais alguma solução?
- Por acaso estou, mas esta é mais divertida.
- Vou então proceder à execução da minha ideia brilhante.
De seguida pode ver-se Hitler a actualizar o seu twitter, escrevendo: “ Hoje, comecei bem o dia. Descobri que vou ter que matar mais pessoas. xD”
Hitler telefona agora para um general alemão feio:
- Alô, general?
- Sim, escuto.
- Olhe, precisava de um favor seu.
- Ora diga lá.
- Lá.
- Então?
- Estava a brincar consigo. O favor é o seguinte: precisava que me exterminasse aí umas pessoas.
- Mais judeus?
- Não. Mas por falar nisso, preciso de mais dois milhões deles todos concentrados.
- Espere que vou anotar. Já está.
- Pronto. O favor que lhe quero pedir é que extermine as testemunhas de Jeová.
- Mas e como é que vamos persegui-los e saber quem são?
- Eles andam sempre com a bíblia na mão e não gostam de arroz de cabidela.
- Como é que é possível alguém não gostar de arroz de cabidela?
- Aí está mais uma razão para os exterminarmos.
- Não se preocupe que eu vou pôr os meus homens a tratar disso. Não restará uma única testemunha de Jeová neste país.
Segue-se a perseguição das testemunhas de Jeová por parte dos soldados alemães. Durante meses a fio, testemunhas de Jeová foram mortas e obrigadas a comer arroz de cabidela. Mas algumas execuções não correram da melhor forma como mostram estas imagens.
- Olha, está ali uma.
- É melhor confirmar que o chefe não gosta de enganos. Não te lembras quando executámos o Michael Jackson e depois viemos a descobrir que ele já não era testemunha de Jeová?
- Não foi isso. Nós viemos a descobrir é que ele não era branco.
- Ah pois foi, tens razão. Então foi bem executado. Mesmo assim é melhor confirmar.
Os soldados preparam-se e um deles finge que está a morrer.
- Ajude-nos, o meu camarada está a esvair-se em sangue.
O homem finge que não ouve.
- Está a ouvir? Ajude-me. Vai deixá-lo morrer?
O homem continua a fingir.
- Olha, este é Jeová. Atira contra ele!
O soldado dispara e o homem cai inanimado no chão.
- Mais uma. Este já não incomoda ninguém.
Aproximam-se os populares e um deles diz:
- O que é que foram fazer. Logo a este homem que é surdo!
Os soldados olham um para o outro e saem de cena, como quem não quer a coisa.
Mas como disse este foi uma excepção, pois na generalidade tudo correu sempre bem. A pergunta que deixo agora é esta: Se já em 1944 se fazia isto, porquê é que agora não adoptamos a mesma solução?
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Homem Anónimo
Tenho comigo uma pessoa. Uma pessoa humana. Uma pessoa humana que é homem. Uma pessoa humana que é homem e que tem uma particularidade. Uma pessoa humana que é homem e que tem uma particularidade que vamos já saber qual é.
- Então o que é o que traz por aqui?
- Não sei, você é que me convidou.
- Ah pois foi, não ligue.
- Pois não ligo que não tenho saldo.
- Continuando. O meu entrevistado tem uma particularidade que é chamar-se Alexandre… Anónimo! Diga-me, como é ser anónimo?
- É igual a ser Alexandre.
- Não é não.
- É sim.
- Não é não.
- É sim.
- Não é não.
- É sim.
- Não é não.
- É sim.
- Não é não.
- Pronto, tem razão.
- Ah bom.
- Bem, ser anónimo é esquisito. Uma pessoa não pode aparecer na televisão, por exemplo.
- Porquê?
- Porque sou anónimo.
- Ah.
- E quando apareço tem de ser de cara tapada.
- Porquê?
- Porque sou anónimo.
- Ah.
- Outro problema é quando telefono para alguém. A pessoa do outro lado atende e eu sigo olá eu sou o anónimo. E a pessoa do outro desliga.
- Porque você está a gozar com ela…
- Não, porque sou anónimo. Olhe outro problema. Quando eu assino tenho de assinar anónimo. E diz-me a pessoa do outro lado, tem de assinar o seu nome. E digo eu, mas eu sou anónimo. E depois surge conflito ao ponto de haver transferência de porrada entre mim e a outra pessoa.
- E já pensou em mudar de nome?
- Já mas se eu for mudar o nome e disser quero deixar de ser anónimo eles pensam que eu tou a gozar.
- Mas pode chegar lá e dizer quero mudar o meu nome. Em vez de Alexandre Anónimo outro nome qualquer.
- Mas assim estragava a piada do sketch.
- E foi a entrevista possível com este indivíduo no mínimo estranho no máximo anónimo.
- Então o que é o que traz por aqui?
- Não sei, você é que me convidou.
- Ah pois foi, não ligue.
- Pois não ligo que não tenho saldo.
- Continuando. O meu entrevistado tem uma particularidade que é chamar-se Alexandre… Anónimo! Diga-me, como é ser anónimo?
- É igual a ser Alexandre.
- Não é não.
- É sim.
- Não é não.
- É sim.
- Não é não.
- É sim.
- Não é não.
- É sim.
- Não é não.
- Pronto, tem razão.
- Ah bom.
- Bem, ser anónimo é esquisito. Uma pessoa não pode aparecer na televisão, por exemplo.
- Porquê?
- Porque sou anónimo.
- Ah.
- E quando apareço tem de ser de cara tapada.
- Porquê?
- Porque sou anónimo.
- Ah.
- Outro problema é quando telefono para alguém. A pessoa do outro lado atende e eu sigo olá eu sou o anónimo. E a pessoa do outro desliga.
- Porque você está a gozar com ela…
- Não, porque sou anónimo. Olhe outro problema. Quando eu assino tenho de assinar anónimo. E diz-me a pessoa do outro lado, tem de assinar o seu nome. E digo eu, mas eu sou anónimo. E depois surge conflito ao ponto de haver transferência de porrada entre mim e a outra pessoa.
- E já pensou em mudar de nome?
- Já mas se eu for mudar o nome e disser quero deixar de ser anónimo eles pensam que eu tou a gozar.
- Mas pode chegar lá e dizer quero mudar o meu nome. Em vez de Alexandre Anónimo outro nome qualquer.
- Mas assim estragava a piada do sketch.
- E foi a entrevista possível com este indivíduo no mínimo estranho no máximo anónimo.
terça-feira, 4 de maio de 2010
O Bufo
Olá, caras bonitas mas que podiam ser ainda mais bonitas se não usassem maquilhagem.
Porque é que a laranja, o kiwi, a banana ou o abacaxi não precisam de ser lavados? O que é que eles têm de especial? Porque é que há esta distinção na fruta entre as laváveis e as não laváveis? Depois desta pergunta filosófica vamos ao que interessa.
Numa altura em que se fala de escutas, escândalos políticos, crise financeira e das mamas da Maya resolvi trazer para ser entrevistado Zé tó, o maior bufo de Portugal.
- Zé tó, em que consiste exactamente ser bufo?
- Boa tarde, antes de mais. E desde já dizer que estou muito aborrecido por não me ter desejado boa tarde. Bem, ser bufo é essencialmente saber bufar. Eu basicamente encho os pulmões de ar e depois expiro, bufando.
- Então você não denuncia os factos mais escandalosos da nossa sociedade?
- Nem pensar, faço algo muito mais interessante, bufar.
- Já que fui enganado, continuemos com profissionalismo a entrevista até ao fim. Há quanto tempo é bufo?
- Eu já bufo desde os meus 10 anos de idade.
- E como tudo começou?
- Eu estava, como já disse com os meus 10 anos, em casa no aniversário de um primo colombiano. Na altura de apagar as velas antecipei-me ao meu primo e soprei as velas com grande qualidade. A partir daí a minha mãe viu o meu potencial e eu pensei: “De facto tenho talento para isto. Vou aproveitar.”
- E faz dessa a sua profissão?
- Sim, claro. Eu abri uma loja de bufos onde sou contratado para ir soprar as velas a aniversários e a Fátima no fim da procissão das velas. De maneira que é assim que ganho a vida.
- É feliz?
- Não, sou português.
- Acho que essa sua intervenção foi completamente despropositada e com um grau de inoportunidade que eu fico chocado. E é desta forma que terminamos a entrevista.
Porque é que a laranja, o kiwi, a banana ou o abacaxi não precisam de ser lavados? O que é que eles têm de especial? Porque é que há esta distinção na fruta entre as laváveis e as não laváveis? Depois desta pergunta filosófica vamos ao que interessa.
Numa altura em que se fala de escutas, escândalos políticos, crise financeira e das mamas da Maya resolvi trazer para ser entrevistado Zé tó, o maior bufo de Portugal.
- Zé tó, em que consiste exactamente ser bufo?
- Boa tarde, antes de mais. E desde já dizer que estou muito aborrecido por não me ter desejado boa tarde. Bem, ser bufo é essencialmente saber bufar. Eu basicamente encho os pulmões de ar e depois expiro, bufando.
- Então você não denuncia os factos mais escandalosos da nossa sociedade?
- Nem pensar, faço algo muito mais interessante, bufar.
- Já que fui enganado, continuemos com profissionalismo a entrevista até ao fim. Há quanto tempo é bufo?
- Eu já bufo desde os meus 10 anos de idade.
- E como tudo começou?
- Eu estava, como já disse com os meus 10 anos, em casa no aniversário de um primo colombiano. Na altura de apagar as velas antecipei-me ao meu primo e soprei as velas com grande qualidade. A partir daí a minha mãe viu o meu potencial e eu pensei: “De facto tenho talento para isto. Vou aproveitar.”
- E faz dessa a sua profissão?
- Sim, claro. Eu abri uma loja de bufos onde sou contratado para ir soprar as velas a aniversários e a Fátima no fim da procissão das velas. De maneira que é assim que ganho a vida.
- É feliz?
- Não, sou português.
- Acho que essa sua intervenção foi completamente despropositada e com um grau de inoportunidade que eu fico chocado. E é desta forma que terminamos a entrevista.
domingo, 25 de abril de 2010
Novo Regime
Hitler, Mussolini, Franco, Cicciolina. Todos implementaram o seu de regime. Quer dizer secalhar a Cicciolina é capaz de não ter implementado. Mas enfim. Vamos dar conta de um regime surgido nos anos 70 e que passou despercebido à maior parte da população. Mas nós que somos atentos a essas situações pesquisamos e temos para vocês um regime ditatorial que afligiu muita gente: o regime meia pensão.
Este regime foi implementado por funcionários da indústria hoteleira que, secretamente, combinaram as directrizes desta nova forma de governação. Tudo começou, como o nome indica, numa pensão onde os funcionários estavam fartos de ter de dar pequeno-almoço, almoço e jantar aos seus clientes. Eles quiseram acabar com esses facilitismos para só terem de gastar dinheiro em queques e sumo de laranja. Rapidamente se reuniram na cave da pensão para decidir o nome do regime que começou por ser o pensionismo. Assim as vendas de arroz de pato embalado e de salmão fumado desceram e a febre deste regime alastrou-se ainda com o nome pensionismo. Foram hotéis, estalagens e motéis, entre outros estabelecimentos onde podemos levar alguém para fazer diversas coisas.
Enquanto todos se preocupavam em apagar o fumo que ainda restava de Woodstock este grupo de hoteleiros ia fazendo vítimas por todo o lado como podemos observar pelo seguinte depoimento deste popular escolhido ao acaso.
(Popular)
- Eu tinha marcado as minhas férias com direito a tudo e quando cheguei lá…(chora)
- Calma, tenha calma.
- Quando cheguei lá só tinha queques e sumo de laranja, mais nada. Foi terrível nunca me tinha acontecido nada. Fui reclamar com o gerente do hotel, mas não resultou. Só me puderam dar uma fatia de bacon.
De cliente em cliente chegaram ao Ritz e ao Sheraton e a outros grandes grupos hoteleiros. O pensionismo atingia o seu auge no Verão quando a indústria hoteleira se enchia de multidões que só depois viriam a saber que tinham sido burladas.
E perguntam vocês: então como é que se passou a designar meia pensão?
Quando houve uma grande explosão na pensão originária deste regime e ficou meia pensão pois a outra metade tinha ido à vida.
Este regime foi implementado por funcionários da indústria hoteleira que, secretamente, combinaram as directrizes desta nova forma de governação. Tudo começou, como o nome indica, numa pensão onde os funcionários estavam fartos de ter de dar pequeno-almoço, almoço e jantar aos seus clientes. Eles quiseram acabar com esses facilitismos para só terem de gastar dinheiro em queques e sumo de laranja. Rapidamente se reuniram na cave da pensão para decidir o nome do regime que começou por ser o pensionismo. Assim as vendas de arroz de pato embalado e de salmão fumado desceram e a febre deste regime alastrou-se ainda com o nome pensionismo. Foram hotéis, estalagens e motéis, entre outros estabelecimentos onde podemos levar alguém para fazer diversas coisas.
Enquanto todos se preocupavam em apagar o fumo que ainda restava de Woodstock este grupo de hoteleiros ia fazendo vítimas por todo o lado como podemos observar pelo seguinte depoimento deste popular escolhido ao acaso.
(Popular)
- Eu tinha marcado as minhas férias com direito a tudo e quando cheguei lá…(chora)
- Calma, tenha calma.
- Quando cheguei lá só tinha queques e sumo de laranja, mais nada. Foi terrível nunca me tinha acontecido nada. Fui reclamar com o gerente do hotel, mas não resultou. Só me puderam dar uma fatia de bacon.
De cliente em cliente chegaram ao Ritz e ao Sheraton e a outros grandes grupos hoteleiros. O pensionismo atingia o seu auge no Verão quando a indústria hoteleira se enchia de multidões que só depois viriam a saber que tinham sido burladas.
E perguntam vocês: então como é que se passou a designar meia pensão?
Quando houve uma grande explosão na pensão originária deste regime e ficou meia pensão pois a outra metade tinha ido à vida.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Homossexuais Não Se Drogam
- Boa tarde. Hoje temos connosco um indivíduo masculino cuja orientação é orientada para indivíduos do sexo masculino. Por razões óbvias iremos tapar a cara do individuo a pedido do próprio…
- Mas eu não pedi nada.
- Como estava a dizer tapamos a cara do individuo por razoes óbvias. Ele hoje vai falar-nos de uma dúvida que se instalou na comunidade portuguesa. Será que os homossexuais se drogam? Esta é a pergunta que desde logo deixo ao meu convidado, o Sr.Aníbal
- É óbvio que a resposta a essa pergunta é não.
- Poderia então explicar-nos qual o motivo de não se drogarem.
- Vamos só fazer de conta um bocadinho.
- Tá a contar.
- Acha que eu me vou injectar com uma agulha toda porca? Acha mesmo que vou sujar o meu excelente organismo com uma agulha nojenta e cheia de imundície?
- E snifar cocaína?
- Em relação ao snifes acha que vou pôr o meu esbelto nariz numa mesa cheia de germes? E acha que vou fazer a coca com um cartão todo ele badalhoco?
- Realmente tem razão sr.Aníbal
- Trate-me por Jójó.
- Se é para entrarmos por aí acabo aqui a entrevista.
- Entrar… hum…deves gostar pouco deves.
- Não lhe é permitido linguagem de machão. Esta no contrato que fizemos.
- Mas não fizemos nenhum contrato.
. Termina aqui a nossa entrevista. Queria agradecer ao nosso convidado por ter vindo se bem que podia ter ficado em casa a fazer tricot.
- Mas eu não pedi nada.
- Como estava a dizer tapamos a cara do individuo por razoes óbvias. Ele hoje vai falar-nos de uma dúvida que se instalou na comunidade portuguesa. Será que os homossexuais se drogam? Esta é a pergunta que desde logo deixo ao meu convidado, o Sr.Aníbal
- É óbvio que a resposta a essa pergunta é não.
- Poderia então explicar-nos qual o motivo de não se drogarem.
- Vamos só fazer de conta um bocadinho.
- Tá a contar.
- Acha que eu me vou injectar com uma agulha toda porca? Acha mesmo que vou sujar o meu excelente organismo com uma agulha nojenta e cheia de imundície?
- E snifar cocaína?
- Em relação ao snifes acha que vou pôr o meu esbelto nariz numa mesa cheia de germes? E acha que vou fazer a coca com um cartão todo ele badalhoco?
- Realmente tem razão sr.Aníbal
- Trate-me por Jójó.
- Se é para entrarmos por aí acabo aqui a entrevista.
- Entrar… hum…deves gostar pouco deves.
- Não lhe é permitido linguagem de machão. Esta no contrato que fizemos.
- Mas não fizemos nenhum contrato.
. Termina aqui a nossa entrevista. Queria agradecer ao nosso convidado por ter vindo se bem que podia ter ficado em casa a fazer tricot.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Homem Que Chega Sempre Atrasado Às Conversas
Dois amigos
- Então diz que isto do clima é do aquecimento global.
- Sabes que eu não acho. Eu penso que seja da atitude das pessoas.
Entra outro individuo que está na mesma mesa
- Já viram isto do clima? Eu acho que isto é das atitudes das pessoas…
Os outros dois olham para o outro e continuam a conversa, zangados,
- Continuando, já viste que o preço da gasolina subiu?
- Isto para mim é para servir os interesses das petrolíferas.
Entra novamente o outro individuo
- Sabiam que o preço da gasolina subiu? Isto cá para mim é para servir os interesses das petrolíferas.
Mais uma vez os dois olham para o outro e continuam
- É inacreditável como chegamos a uma crise de valores em que já ninguém tem respeito por ninguém.
- Lá nisso tens toda a razão. É necessário alguém que incuta esse espírito valorativo aos jovens.
Interrompe o outro:
- Sabem o que me irrita profundamente? É a crise de valores em que estamos inseridos. Estamos mesmo a precisar de alguém que incuta um espírito responsável aos jovens.
E diz um dos outros dois:
- Não achas que é um bocado irritante estares sempre a dizer o que nós dizemos mas depois de um curto intervalo de tempo?
- Mas irritante como? Como quem esfrega esferovite na esferovite?
- Sim, um bocado por aí. É que corta o flow à conversa. Nós estamos aqui a ter uma amena conversação e tu dizes sempre o que nós dizemos mas atrasado.
- Peço realmente desculpa mas não me tinha apercebido dessa situação.
- Tu és autista?
- Essa não percebi.
- É que parece que estás sempre no teu mundo.
- Eu acho que ele não é autista, ele é mesmo um parvalhovski.
- Então que seja a última vez que fazes isso, a não ser que tenhas um atestado médico a dizer que podes irritar as pessoas.
- Se for um atestado médico passado pela minha prima conta?
- Mas a tua prima é médica?
- Não, é prostituta mas em part time passa atestados médicos. Por causa da SIDA e assim.
- Ah então podias arranjar um aqui para a malta.
- O quê vocês?!
Os dois olham um para o outro e acaba.
- Então diz que isto do clima é do aquecimento global.
- Sabes que eu não acho. Eu penso que seja da atitude das pessoas.
Entra outro individuo que está na mesma mesa
- Já viram isto do clima? Eu acho que isto é das atitudes das pessoas…
Os outros dois olham para o outro e continuam a conversa, zangados,
- Continuando, já viste que o preço da gasolina subiu?
- Isto para mim é para servir os interesses das petrolíferas.
Entra novamente o outro individuo
- Sabiam que o preço da gasolina subiu? Isto cá para mim é para servir os interesses das petrolíferas.
Mais uma vez os dois olham para o outro e continuam
- É inacreditável como chegamos a uma crise de valores em que já ninguém tem respeito por ninguém.
- Lá nisso tens toda a razão. É necessário alguém que incuta esse espírito valorativo aos jovens.
Interrompe o outro:
- Sabem o que me irrita profundamente? É a crise de valores em que estamos inseridos. Estamos mesmo a precisar de alguém que incuta um espírito responsável aos jovens.
E diz um dos outros dois:
- Não achas que é um bocado irritante estares sempre a dizer o que nós dizemos mas depois de um curto intervalo de tempo?
- Mas irritante como? Como quem esfrega esferovite na esferovite?
- Sim, um bocado por aí. É que corta o flow à conversa. Nós estamos aqui a ter uma amena conversação e tu dizes sempre o que nós dizemos mas atrasado.
- Peço realmente desculpa mas não me tinha apercebido dessa situação.
- Tu és autista?
- Essa não percebi.
- É que parece que estás sempre no teu mundo.
- Eu acho que ele não é autista, ele é mesmo um parvalhovski.
- Então que seja a última vez que fazes isso, a não ser que tenhas um atestado médico a dizer que podes irritar as pessoas.
- Se for um atestado médico passado pela minha prima conta?
- Mas a tua prima é médica?
- Não, é prostituta mas em part time passa atestados médicos. Por causa da SIDA e assim.
- Ah então podias arranjar um aqui para a malta.
- O quê vocês?!
Os dois olham um para o outro e acaba.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Atrasos
Não gosto daquelas pessoas que são atrasadas e depois chegam atrasadas aos sítios e se desculpam que são atrasadas só para poderem chegar atrasadas, o que os faz ainda mais atrasados.
Mentirosos e Coxos
Esta primeira mensagem é dirigida a um provérbio popular designado "apanha-se mais facilmente um mentiroso que um coxo". Ora, obviamente que isto é completamente mentira. Sigam o meu raciocínio (dá sempre um ar intelectual esta expressão): a maior parte das pessoas sabe mentir bem e na maior parte das vezes até é difícil apanhar uma mentira e o seu respectivo dono. Aliás, só conheço 1 pessoa que é apanhado sempre que mente: o pinóquio.
Agora façamos o mesmo raciocínio para os coxos: é óbvio que um coxo é muito fácil de apanhar principalmente se esse coxo usar umas canadianas, pois assim até lhe podemos pregar uma rasteira proporcionando um momento de puro gáudio.
Concluo assim o meu raciocínio: um coxo é mais fácil de apanhar do que um mentiroso.
Experimentem testar esta minha teoria. Se virem um coxo comecem a correr atrás dele e tentem apanhar alguém que acham que está a mentir. Depois no fim analisem qual o que deu mais trabalho a apanhar que será sem sombra de dúvidas o coxo.
O que é que ganham com esta experiência? Além de poderem provar uma tese científica, podem descarregar as vossas frustrações num coxo ou até num mentiroso.
P.S.- Eu não tenho nada contra os coxos. Apenas usei a sua situação física para demonstrar uma tese. Não. Secalhar até sou capaz de ter alguma coisa contra eles. É que às vezes, não sei, parece que irritam uma pessoa. Ou então estão a fingir só para não terem que correr o corta mato lá da escola.
Agora façamos o mesmo raciocínio para os coxos: é óbvio que um coxo é muito fácil de apanhar principalmente se esse coxo usar umas canadianas, pois assim até lhe podemos pregar uma rasteira proporcionando um momento de puro gáudio.
Concluo assim o meu raciocínio: um coxo é mais fácil de apanhar do que um mentiroso.
Experimentem testar esta minha teoria. Se virem um coxo comecem a correr atrás dele e tentem apanhar alguém que acham que está a mentir. Depois no fim analisem qual o que deu mais trabalho a apanhar que será sem sombra de dúvidas o coxo.
O que é que ganham com esta experiência? Além de poderem provar uma tese científica, podem descarregar as vossas frustrações num coxo ou até num mentiroso.
P.S.- Eu não tenho nada contra os coxos. Apenas usei a sua situação física para demonstrar uma tese. Não. Secalhar até sou capaz de ter alguma coisa contra eles. É que às vezes, não sei, parece que irritam uma pessoa. Ou então estão a fingir só para não terem que correr o corta mato lá da escola.
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