Durante a segunda guerra mundial houve um grupo de pessoas que foram mortas pelo regime nazista: as testemunhas de Jeová. Descubra neste documentário como começou o nosso martírio com as testemunhas de Jeová e a solução adoptada por Hitler.
Hitler dorme descansado quando de repente algo o interrompe é o alarme do seu PDA. No PDA pode-se ler uma nota: “atenção, matar mais 2 milhões de judeus hoje”. Depois de ser alertado, alguém toca à porta. Hitler vai ver quem é e aparece uma testemunha de Jeová.
Diz a testemunha de Jeová:
- Boa tarde, irmão. Sou das testemunhas de Jeová e venho espalhar a palavra do Senhor.
- A minha palavra?
- Não, não, a de Cristo.
- Sabe, o problema é que eu sou alérgico a judeus.
- Mas eu vou dar-lhe uma nova visão de Cristo. Quando Jesus esteve na Terra, os seus discípulos chegaram-se a ele e perguntaram: “Qual será o sinal da tua presença e da terminação do sistema de coisas?”. Ele respondeu…
- Ei, stoppen! Eu já lhe disse que sou alérgico a judeus!
- Eu percebo a sua renúncia mas todos temos direito a ouvir a palavra de Deus.
- Vá-se embora que é melhor para si.
- Pense bem…
Hitler fecha a porta na cara da testemunha de Jeová.
Hitler recebe uma chamada do seu braço direito:
- Olha, hoje, apareceu-me um indivíduo à porta.
- E quem era?
- Ele disse que era das testemunhas de Jeová.
- Ah já sei. Esses também já andaram por cá.
- Temos de resolver isto. O que sugeres?
- Só há uma solução. Estás a ver os judeus?
- Agora não.
- Estou a falar simbolicamente.
- Ah, sim.
- Pronto.
- Pronto o quê?
- Então, ora faz lá uma associação.
- Para quê que eu vou fazer uma associação?
- Estava a falar simbolicamente.
- Ah ok.
- Já chegaste lá?
- Não, não eras capaz disso.
- Ai sou sou.
- Pois és. Mas estás a ver mais alguma solução?
- Por acaso estou, mas esta é mais divertida.
- Vou então proceder à execução da minha ideia brilhante.
De seguida pode ver-se Hitler a actualizar o seu twitter, escrevendo: “ Hoje, comecei bem o dia. Descobri que vou ter que matar mais pessoas. xD”
Hitler telefona agora para um general alemão feio:
- Alô, general?
- Sim, escuto.
- Olhe, precisava de um favor seu.
- Ora diga lá.
- Lá.
- Então?
- Estava a brincar consigo. O favor é o seguinte: precisava que me exterminasse aí umas pessoas.
- Mais judeus?
- Não. Mas por falar nisso, preciso de mais dois milhões deles todos concentrados.
- Espere que vou anotar. Já está.
- Pronto. O favor que lhe quero pedir é que extermine as testemunhas de Jeová.
- Mas e como é que vamos persegui-los e saber quem são?
- Eles andam sempre com a bíblia na mão e não gostam de arroz de cabidela.
- Como é que é possível alguém não gostar de arroz de cabidela?
- Aí está mais uma razão para os exterminarmos.
- Não se preocupe que eu vou pôr os meus homens a tratar disso. Não restará uma única testemunha de Jeová neste país.
Segue-se a perseguição das testemunhas de Jeová por parte dos soldados alemães. Durante meses a fio, testemunhas de Jeová foram mortas e obrigadas a comer arroz de cabidela. Mas algumas execuções não correram da melhor forma como mostram estas imagens.
- Olha, está ali uma.
- É melhor confirmar que o chefe não gosta de enganos. Não te lembras quando executámos o Michael Jackson e depois viemos a descobrir que ele já não era testemunha de Jeová?
- Não foi isso. Nós viemos a descobrir é que ele não era branco.
- Ah pois foi, tens razão. Então foi bem executado. Mesmo assim é melhor confirmar.
Os soldados preparam-se e um deles finge que está a morrer.
- Ajude-nos, o meu camarada está a esvair-se em sangue.
O homem finge que não ouve.
- Está a ouvir? Ajude-me. Vai deixá-lo morrer?
O homem continua a fingir.
- Olha, este é Jeová. Atira contra ele!
O soldado dispara e o homem cai inanimado no chão.
- Mais uma. Este já não incomoda ninguém.
Aproximam-se os populares e um deles diz:
- O que é que foram fazer. Logo a este homem que é surdo!
Os soldados olham um para o outro e saem de cena, como quem não quer a coisa.
Mas como disse este foi uma excepção, pois na generalidade tudo correu sempre bem. A pergunta que deixo agora é esta: Se já em 1944 se fazia isto, porquê é que agora não adoptamos a mesma solução?
Hitler dorme descansado quando de repente algo o interrompe é o alarme do seu PDA. No PDA pode-se ler uma nota: “atenção, matar mais 2 milhões de judeus hoje”. Depois de ser alertado, alguém toca à porta. Hitler vai ver quem é e aparece uma testemunha de Jeová.
Diz a testemunha de Jeová:
- Boa tarde, irmão. Sou das testemunhas de Jeová e venho espalhar a palavra do Senhor.
- A minha palavra?
- Não, não, a de Cristo.
- Sabe, o problema é que eu sou alérgico a judeus.
- Mas eu vou dar-lhe uma nova visão de Cristo. Quando Jesus esteve na Terra, os seus discípulos chegaram-se a ele e perguntaram: “Qual será o sinal da tua presença e da terminação do sistema de coisas?”. Ele respondeu…
- Ei, stoppen! Eu já lhe disse que sou alérgico a judeus!
- Eu percebo a sua renúncia mas todos temos direito a ouvir a palavra de Deus.
- Vá-se embora que é melhor para si.
- Pense bem…
Hitler fecha a porta na cara da testemunha de Jeová.
Hitler recebe uma chamada do seu braço direito:
- Olha, hoje, apareceu-me um indivíduo à porta.
- E quem era?
- Ele disse que era das testemunhas de Jeová.
- Ah já sei. Esses também já andaram por cá.
- Temos de resolver isto. O que sugeres?
- Só há uma solução. Estás a ver os judeus?
- Agora não.
- Estou a falar simbolicamente.
- Ah, sim.
- Pronto.
- Pronto o quê?
- Então, ora faz lá uma associação.
- Para quê que eu vou fazer uma associação?
- Estava a falar simbolicamente.
- Ah ok.
- Já chegaste lá?
- Não, não eras capaz disso.
- Ai sou sou.
- Pois és. Mas estás a ver mais alguma solução?
- Por acaso estou, mas esta é mais divertida.
- Vou então proceder à execução da minha ideia brilhante.
De seguida pode ver-se Hitler a actualizar o seu twitter, escrevendo: “ Hoje, comecei bem o dia. Descobri que vou ter que matar mais pessoas. xD”
Hitler telefona agora para um general alemão feio:
- Alô, general?
- Sim, escuto.
- Olhe, precisava de um favor seu.
- Ora diga lá.
- Lá.
- Então?
- Estava a brincar consigo. O favor é o seguinte: precisava que me exterminasse aí umas pessoas.
- Mais judeus?
- Não. Mas por falar nisso, preciso de mais dois milhões deles todos concentrados.
- Espere que vou anotar. Já está.
- Pronto. O favor que lhe quero pedir é que extermine as testemunhas de Jeová.
- Mas e como é que vamos persegui-los e saber quem são?
- Eles andam sempre com a bíblia na mão e não gostam de arroz de cabidela.
- Como é que é possível alguém não gostar de arroz de cabidela?
- Aí está mais uma razão para os exterminarmos.
- Não se preocupe que eu vou pôr os meus homens a tratar disso. Não restará uma única testemunha de Jeová neste país.
Segue-se a perseguição das testemunhas de Jeová por parte dos soldados alemães. Durante meses a fio, testemunhas de Jeová foram mortas e obrigadas a comer arroz de cabidela. Mas algumas execuções não correram da melhor forma como mostram estas imagens.
- Olha, está ali uma.
- É melhor confirmar que o chefe não gosta de enganos. Não te lembras quando executámos o Michael Jackson e depois viemos a descobrir que ele já não era testemunha de Jeová?
- Não foi isso. Nós viemos a descobrir é que ele não era branco.
- Ah pois foi, tens razão. Então foi bem executado. Mesmo assim é melhor confirmar.
Os soldados preparam-se e um deles finge que está a morrer.
- Ajude-nos, o meu camarada está a esvair-se em sangue.
O homem finge que não ouve.
- Está a ouvir? Ajude-me. Vai deixá-lo morrer?
O homem continua a fingir.
- Olha, este é Jeová. Atira contra ele!
O soldado dispara e o homem cai inanimado no chão.
- Mais uma. Este já não incomoda ninguém.
Aproximam-se os populares e um deles diz:
- O que é que foram fazer. Logo a este homem que é surdo!
Os soldados olham um para o outro e saem de cena, como quem não quer a coisa.
Mas como disse este foi uma excepção, pois na generalidade tudo correu sempre bem. A pergunta que deixo agora é esta: Se já em 1944 se fazia isto, porquê é que agora não adoptamos a mesma solução?
