quarta-feira, 19 de maio de 2010

Hitler e as Testemunhas de Jeová

Durante a segunda guerra mundial houve um grupo de pessoas que foram mortas pelo regime nazista: as testemunhas de Jeová. Descubra neste documentário como começou o nosso martírio com as testemunhas de Jeová e a solução adoptada por Hitler.
Hitler dorme descansado quando de repente algo o interrompe é o alarme do seu PDA. No PDA pode-se ler uma nota: “atenção, matar mais 2 milhões de judeus hoje”. Depois de ser alertado, alguém toca à porta. Hitler vai ver quem é e aparece uma testemunha de Jeová.
Diz a testemunha de Jeová:
- Boa tarde, irmão. Sou das testemunhas de Jeová e venho espalhar a palavra do Senhor.
- A minha palavra?
- Não, não, a de Cristo.
- Sabe, o problema é que eu sou alérgico a judeus.
- Mas eu vou dar-lhe uma nova visão de Cristo. Quando Jesus esteve na Terra, os seus discípulos chegaram-se a ele e perguntaram: “Qual será o sinal da tua presença e da terminação do sistema de coisas?”. Ele respondeu…
- Ei, stoppen! Eu já lhe disse que sou alérgico a judeus!
- Eu percebo a sua renúncia mas todos temos direito a ouvir a palavra de Deus.
- Vá-se embora que é melhor para si.
- Pense bem…
Hitler fecha a porta na cara da testemunha de Jeová.
Hitler recebe uma chamada do seu braço direito:
- Olha, hoje, apareceu-me um indivíduo à porta.
- E quem era?
- Ele disse que era das testemunhas de Jeová.
- Ah já sei. Esses também já andaram por cá.
- Temos de resolver isto. O que sugeres?
- Só há uma solução. Estás a ver os judeus?
- Agora não.
- Estou a falar simbolicamente.
- Ah, sim.
- Pronto.
- Pronto o quê?
- Então, ora faz lá uma associação.
- Para quê que eu vou fazer uma associação?
- Estava a falar simbolicamente.
- Ah ok.
- Já chegaste lá?
- Não, não eras capaz disso.
- Ai sou sou.
- Pois és. Mas estás a ver mais alguma solução?
- Por acaso estou, mas esta é mais divertida.
- Vou então proceder à execução da minha ideia brilhante.
De seguida pode ver-se Hitler a actualizar o seu twitter, escrevendo: “ Hoje, comecei bem o dia. Descobri que vou ter que matar mais pessoas. xD”


Hitler telefona agora para um general alemão feio:
- Alô, general?
- Sim, escuto.
- Olhe, precisava de um favor seu.
- Ora diga lá.
- Lá.
- Então?
- Estava a brincar consigo. O favor é o seguinte: precisava que me exterminasse aí umas pessoas.
- Mais judeus?
- Não. Mas por falar nisso, preciso de mais dois milhões deles todos concentrados.
- Espere que vou anotar. Já está.
- Pronto. O favor que lhe quero pedir é que extermine as testemunhas de Jeová.
- Mas e como é que vamos persegui-los e saber quem são?
- Eles andam sempre com a bíblia na mão e não gostam de arroz de cabidela.
- Como é que é possível alguém não gostar de arroz de cabidela?
- Aí está mais uma razão para os exterminarmos.
- Não se preocupe que eu vou pôr os meus homens a tratar disso. Não restará uma única testemunha de Jeová neste país.
Segue-se a perseguição das testemunhas de Jeová por parte dos soldados alemães. Durante meses a fio, testemunhas de Jeová foram mortas e obrigadas a comer arroz de cabidela. Mas algumas execuções não correram da melhor forma como mostram estas imagens.
- Olha, está ali uma.
- É melhor confirmar que o chefe não gosta de enganos. Não te lembras quando executámos o Michael Jackson e depois viemos a descobrir que ele já não era testemunha de Jeová?
- Não foi isso. Nós viemos a descobrir é que ele não era branco.
- Ah pois foi, tens razão. Então foi bem executado. Mesmo assim é melhor confirmar.
Os soldados preparam-se e um deles finge que está a morrer.
- Ajude-nos, o meu camarada está a esvair-se em sangue.
O homem finge que não ouve.
- Está a ouvir? Ajude-me. Vai deixá-lo morrer?
O homem continua a fingir.
- Olha, este é Jeová. Atira contra ele!
O soldado dispara e o homem cai inanimado no chão.
- Mais uma. Este já não incomoda ninguém.
Aproximam-se os populares e um deles diz:
- O que é que foram fazer. Logo a este homem que é surdo!
Os soldados olham um para o outro e saem de cena, como quem não quer a coisa.
Mas como disse este foi uma excepção, pois na generalidade tudo correu sempre bem. A pergunta que deixo agora é esta: Se já em 1944 se fazia isto, porquê é que agora não adoptamos a mesma solução?

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Homem Anónimo

Tenho comigo uma pessoa. Uma pessoa humana. Uma pessoa humana que é homem. Uma pessoa humana que é homem e que tem uma particularidade. Uma pessoa humana que é homem e que tem uma particularidade que vamos já saber qual é.
- Então o que é o que traz por aqui?
- Não sei, você é que me convidou.
- Ah pois foi, não ligue.
- Pois não ligo que não tenho saldo.
- Continuando. O meu entrevistado tem uma particularidade que é chamar-se Alexandre… Anónimo! Diga-me, como é ser anónimo?
- É igual a ser Alexandre.
- Não é não.
- É sim.
- Não é não.
- É sim.
- Não é não.
- É sim.
- Não é não.
- É sim.
- Não é não.
- Pronto, tem razão.
- Ah bom.
- Bem, ser anónimo é esquisito. Uma pessoa não pode aparecer na televisão, por exemplo.
- Porquê?
- Porque sou anónimo.
- Ah.
- E quando apareço tem de ser de cara tapada.
- Porquê?
- Porque sou anónimo.
- Ah.
- Outro problema é quando telefono para alguém. A pessoa do outro lado atende e eu sigo olá eu sou o anónimo. E a pessoa do outro desliga.
- Porque você está a gozar com ela…
- Não, porque sou anónimo. Olhe outro problema. Quando eu assino tenho de assinar anónimo. E diz-me a pessoa do outro lado, tem de assinar o seu nome. E digo eu, mas eu sou anónimo. E depois surge conflito ao ponto de haver transferência de porrada entre mim e a outra pessoa.
- E já pensou em mudar de nome?
- Já mas se eu for mudar o nome e disser quero deixar de ser anónimo eles pensam que eu tou a gozar.
- Mas pode chegar lá e dizer quero mudar o meu nome. Em vez de Alexandre Anónimo outro nome qualquer.
- Mas assim estragava a piada do sketch.
- E foi a entrevista possível com este indivíduo no mínimo estranho no máximo anónimo.

terça-feira, 4 de maio de 2010

O Bufo

Olá, caras bonitas mas que podiam ser ainda mais bonitas se não usassem maquilhagem.
Porque é que a laranja, o kiwi, a banana ou o abacaxi não precisam de ser lavados? O que é que eles têm de especial? Porque é que há esta distinção na fruta entre as laváveis e as não laváveis? Depois desta pergunta filosófica vamos ao que interessa.
Numa altura em que se fala de escutas, escândalos políticos, crise financeira e das mamas da Maya resolvi trazer para ser entrevistado Zé tó, o maior bufo de Portugal.
- Zé tó, em que consiste exactamente ser bufo?
- Boa tarde, antes de mais. E desde já dizer que estou muito aborrecido por não me ter desejado boa tarde. Bem, ser bufo é essencialmente saber bufar. Eu basicamente encho os pulmões de ar e depois expiro, bufando.
- Então você não denuncia os factos mais escandalosos da nossa sociedade?
- Nem pensar, faço algo muito mais interessante, bufar.
- Já que fui enganado, continuemos com profissionalismo a entrevista até ao fim. Há quanto tempo é bufo?
- Eu já bufo desde os meus 10 anos de idade.
- E como tudo começou?
- Eu estava, como já disse com os meus 10 anos, em casa no aniversário de um primo colombiano. Na altura de apagar as velas antecipei-me ao meu primo e soprei as velas com grande qualidade. A partir daí a minha mãe viu o meu potencial e eu pensei: “De facto tenho talento para isto. Vou aproveitar.”
- E faz dessa a sua profissão?
- Sim, claro. Eu abri uma loja de bufos onde sou contratado para ir soprar as velas a aniversários e a Fátima no fim da procissão das velas. De maneira que é assim que ganho a vida.
- É feliz?
- Não, sou português.
- Acho que essa sua intervenção foi completamente despropositada e com um grau de inoportunidade que eu fico chocado. E é desta forma que terminamos a entrevista.